Economia doméstica: a vez do supermercado

15 dicas para fazer compras com consciência.

Celcoin já te trouxe dicas para economizar em casa: seja na administração dos seus gastos ou nas contas de energia elétrica, de telefone fixo e celular. Agora, que tal pegar papel e caneta e anotar como não deixar todo o seu salário no supermercado?

É claro que os preços subiram, mas é necessário analisar se você não está errando na forma de fazer as compras ou simplesmente jogando dinheiro fora.

As sugestões são de Lélio Braga Calhau, promotor de Justiça de defesa do consumidor do Ministério Público de Minas Gerais e coordenador do site Educação Financeira para Todos.

1 – Defina seu limite: estipule um valor máximo para gastar na sua compra. Ao atingir o limite, pare de comprar, sem tentações,

2 – Faça uma lista de compras: elabore e siga rigorosamente uma lista prévia do que você realmente precisa. Isso evita desperdícios, de produtos e de dinheiro.

3 – Organize a lista por seção do supermercado: mais um exercício de organização. Agrupando produtos que ficam próximos, como por exemplo produtos de limpeza, higiene pessoal, enlatados etc, o resultado é uma experiência mais rápida, objetiva e fugindo das compras por impulso.

4 – Pesquise os preços, inclusive em atacadões: faça uma pesquisa de preços antes de decidir onde vai fazer as compras. Considere também comprar em atacadões, que prestam um serviço mais simples e, em contrapartida, tendem a oferecer preços finais menores para o consumidor.

5 – Prefira comprar na segunda quinzena do mês: como a maioria das pessoas fazem comprar no começo do mês, na segunda quinzena há uma queda normal de vendas, e as empresas ficam mais propícias a fazer promoções para melhorar o fluxo de caixa.

6 – Evite ir ao supermercado lotado e com fome: o excesso de gente pode gerar um falso “senso de urgência” no consumidor e isso pode acarretar compras por impulso. A fome também atrapalha, e muito, na hora de calcular a quantidade de produtos de que você realmente precisa.

7 – Levar a(s) criança(s) ou não? Os pequenos não seguem regras e, além disso, são alvos fáceis para o marketing. Se você resolver levá-los deve aproveitar para ensinar que não é possível comprar tudo o que queremos.

8 – Não vá ao supermercado passear: passeie no parque e não no mercado. Não se esqueça da listinha prévia.

9 – Cuidado com os truques e ‘armadilhas’ de marketing: tudo no supermercado é feito para você gastar mais: a música, a claridade, os corredores longos, a posição dos produtos etc.. Chocolates e doces costumam ser colocados ao alcance das crianças. Produtos essenciais costumam ficar no fundo para fazer o consumidor percorrer todos os setores.

10 – Não caia no conto do ‘chamariz’ e fique de olho nos produtos da estação: às vezes, os supermercados baixam os preços de alguns itens mais vendidos para dar a impressão de que tudo ali está barato e atrair mais clientes. Na verdade, há preços altos “escondidos” no meio de outros produtos. Se notar que alguns produtos tiveram queda de preço, aproveite para comprá-los. Por outro lado, evite aqueles que subiram muito. Nesse caso, vale até desrespeitar a lista de compras para aproveitar os preços de ocasião. Isso vale, e muito, pra frutas, verduras e legumes.

11 – Cuidado com os preços quebrados e compras casadas: valores geralmente terminados em 9 tendem a confundir o consumidor e dar a falsa impressão de que são menores do que realmente são. Os supermarcados também tendem tendem a colocar lado a lado produtos que se complementam para estimular a compra. Você deve refletir se compensa ou não levar os dois, se já tem em casa ou se há outras combinações mais baratas e até mais apetitosas.

12 – Cheque a validade e aproveite ofertas: em geral, produtos perto de vencer ficam na parte da frente das gôndolas e prateleiras. Se for levar quantidade maior ou demorar para consumir, opte por prazos de validade maiores. Alguns lugares dão desconto em produtos próximos ao vencimento; pode ser uma boa opção se você for consumir logo.

13 – Use o carrinho com moderação: pesquisas apontam uma tendência em comprar “até tampar o carrinho” e eles até ficaram maiores nos últimos anos. Evite carrinhos grandes demais e lembre-se de que não é preciso enchê-lo.

14 – Leve uma calculadora e confira os preços ao passar pelo caixa: confira com cuidado se os preços são bons. Além do preço, considere a quantidade. Por exemplo, o produto X custa R$ 5 e o Y, R$ 8, mas o X tem 500 gramas e o Y, 1 quilo. Fazendo as contas, o Y é mais vantajoso. Ao passar pelo caixa não se esqueça de conferir o valor. É mais comum do que se imagina: o valor que estava marcado na prateleira vira outro quando se chega ao caixa.

15 – Pague no débito ou à vista: prefira pagar no cartão de débito ou à vista e evite jogar a despesa para frente. Isso evita a “surpresa” quanto a fatura do cartão de crédito chega e o efeito bola-de-neve nas dívidas do consumidor.

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