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Quando devo usar minhas economias?

A capacidade de lidar com o dinheiro de uma forma saudável e próspera é entendida como inteligência financeira. Quando estamos em situações de urgência ou nos deparamos com impasses para o uso da renda que conseguimos poupar, essa inteligência é o que nos ajuda a definir boas decisões.

Para muitas pessoas, conseguir poupar algum dinheiro é uma tarefa árdua e contínua, que exige esforço, controle e atenção. Por isso, é tão difícil saber o momento certo para utilizar o dinheiro conseguido com tanto suor. Aqui vão algumas orientações para saber tomar decisões conscientes nessa situação.

Em primeiro lugar, para que fiz as economias?

Lá no início de sua independência financeira, quais eram seus objetivos com as aplicações que começou a fazer? Pagar sua faculdade? Ter um carro, uma casa? Pagar a educação de seus filhos? Casar? Abrir um negócio?

A primeira pergunta que você deve fazer é essa para saber se realmente valerá a pena usar o dinheiro para outro objetivo. Se os seus primeiros desejos já foram alcançados e você continuou poupando sem uma vontade específica, pese as consequências do que deseja fazer com o valor com cuidado. Procure atualizar sempre sua lista de necessidades e objetivos financeiros para sempre ter em mente para que sua poupança existe e como utilizá-la.

Controlando impulsos

É importante compreender suas economias como algo a parte de sua renda. Ou seja, ficar criando dívidas por gastar mais do que se ganha todos os meses e pagando sempre com o dinheiro que deveria ficar guardado não é uma solução.

Controle impulsos de extrapolar os gastos no cartão de crédito só porque sabe que tem um dinheiro guardado para quitar aquele valor. Procure esquecer que suas economias existem quando se trata de gastos supérfluos.

Quando a urgência passa na frente do desejo

Muitas pessoas cometem o erro de achar que as economias que fizeram a vida toda para comprar um carro não podem nunca ser utilizadas para outros objetivos, como resolver um problema grave de saúde, por exemplo. Não é bem assim.

Coisas como saúde, segurança, alimentação e uma qualidade de vida aceitável precisam falar mais alto do que desejos menos indispensáveis para sobrevivência. Não deixe de realizar uma consulta ou cirurgia que pode te salvar de uma doença grave lá para frente só porque não quer abrir o bolso.

Lembre-se: suas economias servem para você, não é você que serve para elas. De nada adianta economizar tudo o que queria durante a vida para não poder usar o dinheiro ainda vivo.

 

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